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Filme luso-brasileiro premiado em Cannes
 

“Chuva é Cantoria na Aldeia dos Mortos” é um drama com foco nos rituais dos índios Krahô, do Tocantins. Após a equipe protestar pela demarcação dos territórios na sessão de fotos e no tapete vermelho, o diretor Salaviza dedicou o prêmio aos "povos indígenas que vivem sob ameaça".

O documentário, dirigido pelo cineasta português João Salavisa e a brasileira Reneé Nader Messora (que também assina a direção de fotografia), em 2014 foi selecionada pelo primeiro edital de longa-metragem para produções de baixo orçamento lançado pela Secretaria do Audiovisual (SAv) do Ministério da Cultura com recursos do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), em parceria com a Agência Nacional do Cinema (Ancine), o Longa B.O. Doc.

A obra foi rodada durante nove meses, em película 16mm e sem equipe profissional, na aldeia Pedra Branca, Terra Indígena Krahô, em Tocantins (TO). O longa-metragem acompanha Ihjãc, um jovem Krahô que, depois de um encontro com o espírito do falecido pai, vê-se obrigado a realizar sua festa de fim de luto.

 
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